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Prêmio IBEF de Sustentabilidade
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Com nosso projeto queremos chamar a atenção para o caráter transformador de várias empresas em termos de Sustentabilidade e Furnas é uma referência.


No ano de 2013, Furnas passou por mudanças profundas em sua estrutura organizacional e implementou diversas ações alinhadas às diretrizes estratégicas, de excelência operacional, de crescimento sustentável e de adequaçãoàs tarifasexistentes, que melhoraram a governança corporativa e a gestão dos negócios. Também foi um ano de vitórias com a conquista de novos empreendimentos que garantiram sua expansão, além do redirecionamento da estratégia e dos objetivos da empresa.

 

Mesmo com os imensos desafios do ano passado, Furnas continuou cumprindo o seu papel de prestadora de serviço de excelência à sociedade brasileira.

Podemos identificar claramente em Furnas exemplos dos cinco princípios essenciais para se dimensionar a excelência de uma empresa em termos de Sustentabilidade. Princípios estabelecidos no livro "Avaliação de Investimentos Sustentáveis", que é a base de orientação de nosso projeto.


1 - VALORIZAÇÃO

Em relação ao crescimento, a premissa era de manutenção do marketshare de Furnas em cerca de 10% da capacidade instalada de geração do País e de aproximadamente 20% das redes de transmissão. O crescimento estava focado no objetivo de atender as necessidades energéticas do País, concentrando-se em projetos greenfield desenvolvidos em parcerias, com participação da empresa em até 49%. Com a prorrogação das concessões, que impactou as tarifas da empresa, o Plano Diretor passou por uma revisão para adaptar-se à nova realidade do setor elétrico brasileiro. A revisão tratou essencialmente da recuperação das receitas e do EBITDA, adotando como estratégia o crescimento acelerado. A definição da ambição de crescimento passou de uma meta de manutenção do marketshare atual para sua ampliação, adotando-se como estratégia além da captura de projetos greenfield,aquisições de ativos já performados (bronwfield), de modo a permitir a rápida recuperação da rentabilidade da empresa a níveisanteriores à edição da Medida Provisória no579. A rota estabelecida persegue uma meta arrojada de crescimento que prevê saltar dos atuais 10 mil MW para 19 mil MW nageração, até 2019, expandindo em 90% a capacidade instalada atual da empresa, diversificando as fontes sempre no campoda energia limpa e renovável. Na transmissão, projeta-se sair dos atuais 19 mil km de linhas para 30 mil km, representando elevação de 58% no mesmo período. Este crescimento acelerado permitirá a recuperação da rentabilidade e do EBITDA paraos níveis anteriores à MP no 579 até 2016 e, a partir daí, uma evolução positiva em todos os seus indicadores. Para atingir estas metas, estão previstos R$ 3,9 bilhões por ano em investimentos, dos quais R$ 3 bilhões em geração e R$ 900 milhões em transmissão. Parte dos recursos necessários para esses investimentos será obtida diretamente pelas SPE detentoras das concessões desses empreendimentos junto às fontes tradicionais de financiamento (BNDES, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e instituições privadas). 


2 – GESTÃO

Implantação e consolidação de um efetivo e adequado modelo de gestão empresarial, baseado na coesão interna, no foco em resultados e inovação, na eficiência empresarial, no equilíbrio social, econômico e financeiro dos seus negócios e na implantação e modernização dos instrumentos básicos de planejamento, controle, organização e articulação. Atuação de forma integrada, que significa, em primeiro lugar, uma ação consistente, articulada e sinérgica das diferentes empresas do Sistema Eletrobras no mercado de energia, evitando conflitos, competição e superposições de objetivos e ações. Em segundo lugar, requer igualmente um forte alinhamento entre as decisões estratégicas do conjunto do Sistema e uma efetiva coordenação dos processos corporativos. Tudo isso, porém, sem prejuízo da flexibilidade e agilidade das empresas controladas, condições indispensáveis à efetividade e eficácia do Sistema como um todo. Como condição básica para uma atuação integrada, o Sistema Eletrobras promoverá a modernização de sua governança corporativa, sistema de gestão e estrutura societária e organizacional, investindo substancialmente na cultura organizacional e nagestão de pessoas.


3 – GOVERNANÇA

As políticas e práticas de Governança Corporativa de Furnas estão focadas na transparência de gestão, no respeito no relacionamento com todos os seus stakeholders, no tratamento equitativo e na prestação de contas clara e objetiva de sua atuação, todos alinhados com seu Código de Ética. O aprimoramento da Governança Corporativa é garantido por uma estrutura de gestão, práticas e instrumentos, que seguem as recomendações do Manual de Organização da empresa, no qual estão incluídos o Estatuto Social, o Regimento Interno, as Políticas e Normas de Organização, e as diretrizes que norteiam a atuação dos Comitês Internos que apoiam a Diretoria Executiva, o Conselho de Administração e o Conselho Fiscal, e as descrições de atribuições de todos os órgãos formais de sua estrutura organizacional. O modelo se fundamenta, também, na definição clara dos papéis e responsabilidades do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva, no que se refere à formulação, à aprovação e à execução das políticas e diretrizes referentes à condução dos negócios da empresa, bem como do Conselho Fiscal, na fiscalização dos atos e das contas da Administração.


4 - ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS

A questão ambiental constitui, há bastante tempo, um grande desafio para o setor elétrico. A concessão de licenças ambientais para empreendimentos elétricos é um fator gerador de fortes conflitos com órgãos ambientais e com as comunidades atingidas, implicando atrasos consideráveis e até paralisia das obras. Essa situação tende a se agravar por duas razões básicas. De um lado, a forte necessidade de expansão do setor elétrico para atender ao crescimento esperado da economia brasileira. Por outro, a intensificação, em todo o mundo, das discussões e em bates associados às mudanças climáticas e ao aquecimento global, com o Governo brasileiro procurando assumir um papel de liderança mundial na busca de soluções. O Sistema Eletrobras, portanto, está diante do desafio de atender à elevada demanda por energia, cumprir as exigências dos órgãos ambientais e das comunidades e respeitar os compromissosexternos assumidos pelo Governo brasileiro. Buscar uma articulação efetiva, consistente e sinérgica com as entidades de meio ambiente e as comunidades locais é o grande e urgente desafio com o qual o Sistema Eletrobras se depara.


 

5 - ESTRUTURA DA OPERAÇÃO.

Entrada em Operação da UHE Simplício

A conclusão das obras e o início de operação da UHE Simplício que, desde 2013, reforça o Sistema Interligado Nacional (SIN), só foram possíveis após incansáveis esforços entre a gestão de Furnas e as diversas esferas públicas envolvidas no processo para solucionar os impasses apresentados, permitindo que a empresa começasse a contabilizar as receitas previstas. Com capacidade instalada de 305,7 MW, a UHE Simplício, construída por Furnas, no rio Paraíba do Sul, na divisa dos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, começou a gerar energia em junho de 2013 depois de três meses de testes de sincronização das três unidades geradoras, certificando-se que as funcionalidades, proteções e mecanismos automáticos das turbinas estavam em conformidade com os padrões do setor elétrico brasileiro. O empreendimento contou com investimentos de R$ 2,2 bilhões, por meio de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O AHE Simplício significou desenvolvimento econômico para os municípios de Três Rios e Sapucaia, no Rio de Janeiro, e Além Paraíba e Chiador, em Minas Gerais. Os cofres municipais arrecadaram, desde 2007, mais de R$ 33 milhões com o pagamento do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN). No pico das obras foram criados 4,8 mil empregos diretos. A maior parte dos postos de trabalho foi ocupada por moradores da região.



 
   

 

 

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