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Notícias
Exploração do pré-sal de Libra deve atrasar, diz integrante do consórcio
10/04/2014
Fonte: OGlobo.com
Autor: RAMONA ORDOÑEZ

Rio - O presidente da petroleira francesa Total, Denis Palluat, disse nesta quarta que o fato de a exploração de blocos no pré-sal no Brasil ter a Petrobras como operadora única vai atrasar o desenvolvimento dessa riqueza no país. Segundo o executivo, que está participando do IX Fórum de Óleo e gás do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef), a participação de um número maior de empresas com mais recursos e tecnologias permitiram o desenvolvimento bem mais rápido. O executivo citou o exemplo do Mar do Norte que foi forte com a ida de inúmeras petroleiras.

 

- Com uma única operadora, o desenvolvimento do petróleo no pré-sal no Brasil, em vez de 15 anos, poderá levar 30 anos - disse Palluat.

 

O presidente da Shell, André Araújo, também presente ao evento concordou com a crítica feita por seu colega. As duas empresas participam, com 20% cada, do consórcio que, junto com a Petrobras e empresas chinesas, arrematou o campo de Libra, no pré-sal na Bacia de Santos, no leilão em outubro do ano passado.

 

Outra crítica feita pelo presidente da Total foi quanto às exigências de conteúdo local no desenvolvimento das atividades. Denis Palluat disse que as empresas são favoráveis a comprar equipamentos e materiais no local onde atuam, mas a indústria nacional está com dificuldades em atender toda a demanda da indústria de petróleo no mesmo ritmo dos projetos.

 

Denis Palluat disse que, em vez de pesadas multas às empresas petroleiras que não conseguem cumprir os níveis de conteúdo local, as companhias deveriam ser obrigadas a fazer investimentos na cadeia de fornecedores locais.

 

BG planeja investimentos de mais de US$ 3 bi por ano no país

 

Os presidentes das petroleiras Shell, BG e Total enfatizaram ainda que o Brasil continua sendo o país de grande interesse para os seus investimentos. O presidente da BG Brasil, Nelson Silva, destacou que a companhia pretende investir acima dos US$ 3 bilhões anuais previstos para os próximos cinco anos no país. A companhia - que não faz parte do consórcio de Libra - tem participações em vários campos no pré-sal na Bacia de Santos, junto com a Petrobras.

 

Atualmente a parcela da BG é de 60 mil barris diários de petróleo, nos campos do pré-sal, devendo chegar a 100 mil até o fim do ano. Mas o presidente lembrou que a expectativa é de a companhia atingir a produção de 500 mil barris diários em 2020.

 

- Isso vai significar que a companhia vai praticamente dobrar de tamanho só com as suas atividades no Brasil, uma vez que hoje a BG no mundo produz cerca de 630 mil barris diários - destacou Nelson Silva.

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